Acha que está a ser preparado adequadamente para a profissão de tradutor na Escola de Linguística Aplicada e Estudos Culturais? Se não, sugira alternativas.

"Depende do professor. Gradualmente, existe uma alternância entre as traduções tradicionais em papel e as traduções assistidas por computador - muitas vezes apenas nas aulas relacionadas com a tecnologia de informação."

"Eu adquiri por iniciativa própria a maior parte das capacidades e experiências que preciso para os meus próprios projectos de tradução comerciais. As aulas não preparam os alunos para uma situação em que, por exemplo, 5 000 palavras tenham de ser processadas no Trados, uma base de dados que tenha de ser comprimida através do WinRAR e posteriormente carregada num servidor FTP. Contudo, isto é uma realidade do mercado de tradução."

"Talvez suficiente, mas não bem preparada. Penso que as traduções deviam ser elaboradas essencialmente com referência ao mundo profissional, usando ferramentas técnicas como memórias de tradução e bases terminológicas."

"Não, deveria haver mais projectos reais e acabar com as traduções de artigos de jornais. É necessária mais informação sobre o que se pode esperar da vida real como tradutor, por exemplo, mais informação de tradutores com experiência. O ensino de uma língua é muito teórico, deveria haver um ponto onde se pudesse aplicar."

"Não penso que esteja bem preparado. Não há professores suficientes que possam ensinar com base no construtivismo. Por isso é que falta preparação para a vida real. Até agora, temos sido afastados dela."

"Não. Um estágio profissional devia ser obrigatório."

"Não, precisamos de mais professores como o Don Kiraly. Não se prende apenas com a questão de elaborar projectos reais, mas também com a de aprender coisas como: Como é que arranjo clientes? Como é que devo passar facturas? Como devo lidar com os meus impostos?"

"Nem por isso. Encontramo-nos um pouco longe da realidade. Talvez isto aconteça por causa da localização. Os alunos são tratados como adolescentes e não como adultos ou desempregados. Os professores fecham muitas vezes os olhos, especialmente no que diz respeito a prazos."


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