Inquérito

Previamente à criação deste sítio web, este grupo conduziu um inquérito junto de alunos em fase adiantada na FASK (Escola de Linguística Aplicada e Estudos Culturais) em Germersheim, e junto de tradutores profissionais e dos seus clientes. Como pode observar nos resultados abaixo descritos, existe uma enorme discrepância entre as expectativas dos estudantes e os requisitos do mercado de trabalho livre.

Alunos

Muitos dos alunos que participaram no inquérito já tinham ouvido falar dos programas de tradução mais comuns, mas apenas uma pequena parte já os tinha efectivamente utilizado. No entanto, os programas de processamento de texto são frequentemente utilizados pela maior parte dos alunos, e por conseguinte, as competências dos alunos são coincidentes. Quando interrogados sobre as aulas de informática oferecidas na FASK, as opiniões dos alunos diferem. Cerca de metade dos alunos ou não quis participar num desses cursos ou não conseguiu um lugar. "Muita gente tem que partilhar um PC, e aqueles que não se sentam mesmo à sua frente não aprendem nada." Aqueles que conseguiram participar em cursos de informática considerou-os muito úteis. Grande parte dos alunos inquiridos não se sente preparada para a sua vida profissional, devido à falta de treino prático. O que os alunos mais criticaram foi o pequeno número de cursos de informática oferecidos na FASK; a qualidade dos cursos oferecidos não estava em questão. Alguns dos inquiridos exprimiram o seguinte desejo: "Precisamos de uma variedade maior de cursos oferecidos, e seria agradável conseguir alguns programas informáticos de tradução para usar igualmente em casa."


Tradutores profissionais e os seus clientes

O inquérito proporcionou resultados interessantes junto dos tradutores profissionais assim como dos seus clientes: os clientes criticaram o facto dos tradutores inexperientes não terem muitas vezes um conhecimento informático suficiente quando se iniciam na sua profissão. "Continuamos a ter más experiências com jovens tradutores que não dominam a informática." O que se pede nem é nada de mais. Os tradutores deviam saber trabalhar com Word e Power Point e lidar com ficheiros pdf. Não somente os tradutores mais velhos como também os mais novos demonstram falta de competências nos ditos programas, lembra um gabinete de tradução interrogado. Os tradutores mais novos não foram capazes de se familiarizarem com novos programas suficientemente depressa.

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